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Os sherpas

A montanha mais alta, acima do nível do mar, é o Evereste, com 8.848 metros (mais coisa menos coisa, dependendo se se contabiliza a camada de gelo ou não). 
Sendo o recordista da altitude, é muito cobiçado pelos alpinistas. Mas subir ao topo desta montanha, não é propriamente ir a um parque de atracções ou visitar aquela cidade. Para além dos 40 dias, que habitualmente demora a subida, o frio no pico pode chegar aos 70 graus negativos e o ar é tão rarefeito que o corpo perde faculdades: os músculos enfraquecem, o cérebro “entra em curto-circuito”, os pulmões, bem… é melhor nem falar, etc. 
Ora, ninguém quer que uma aventura acabe mal. Mas então que fazer? Desiste-se do sonho e já está? Acontece, quando não se tem a força de vontade necessária. 
E se a força de vontade é muito grande? Isso poderia alterar a equação, se bem que até a maior vontade do mundo se torna pequena ao lado desse colosso.
Investigando um pouco, descobrimos que quase cinco mil pessoas, algumas várias vezes, puseram os pezinhos gelados no metro 8.848. Como é que isso é possível?
E indagando ainda mais, dar-nos-emos conta que os alpinistas foram acompanhados e ajudados na subida por sherpas, pessoas que vivem a grande altitude, na cordilheira dos Himalaias. 

Ficas no sopé da montanha ou sobes?
Se quisermos subir ainda mais alto que o Evereste, precisamos de seguir quem conhece o caminho, quem nos guie, nos auxilie e esteja ao nosso lado. E haverá melhor sherpa do que Jesus Cristo?

Pe. José Cordeiro, Diretor


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